Aulas de desenho

Aqui no Desenho e Ilustração Digital você encontra várias aulas de desenho, mas é importante você entender como aproveitar da melhor maneira estas aulas, dicas e conceitos que oferecemos. Para tirar maior proveito das dicas e aulas de desenho vamos falar sobre o aprendizado do desenhista.

O que é desenhar? Não existe uma maneira correta de se desenhar, e não existe matemática nisso. Não existe o desenhar certo, ou o desenhar bem, ou o desenhar errado... O que existe são as conduções e condições profissionais desses termos, ou seja, o que existe são as exigências do mercado de trabalho e de suas diversas linhas editoriais. O que é desenhar bem para uma linha editorial específica, o que é não desenhar bem para certa linha editorial específica, e por aí vai. Já disse também, que desenhar é uma forma de expressão e, para todos - tanto para os que desejam ser profissionais ou não - existe a possibilidade de se expressar através do desenho.

Quando se propõem uma aula de desenho, um curso de desenho, a função é ensinar. Fazer com que aqueles que estão aqui tenham sanadas suas expectativas em aprender a desenhar. Assim, o que procuramos fazer em nossas dicas e aulas de desenho, é equilibrar muito bem a equação TÉCNICA / LINGUAGEM GRÁFICA (Só para elucidar o termo LINGUAGEM GRAFICA: é o que comumente se chama ESTILO. Achamos que a palavra estilo não reúne exatamente o que consideramos personalidade gráfica, ou seja, o artista ter, ou desenvolver, o chamado estilo próprio), por isso, em nossas dicas e aulas de desenho usamos a terminologia Linguagem Gráfica. Simplificando, procuramos conceitualizar nossas aulas de desenho dentro da possibilidade de ensinar sem destruir a Linguagem Gráfica própria do aluno.

O ensino de desenho estava ligado ao estudo (quase que exclusivamente) acadêmico. Mas, já há muito tempo, escolas de desenho consideram este tipo de condução insuficiente para o estudo do desenho, pintura, ilustração e tudo mais. Os cursos de desenho e escolas de desenho estão tentando alcançar o equilíbrio entre dois direcionamentos; o clássico e o “moderno”. Existe até mesmo a preocupação de uma polarização entre os dois extremos, escolas de desenho centradas apenas no acadêmico e outras apenas no moderno. Este moderno consiste em entender que tudo é arte, “deixando o aluno livre demais” e desconsiderando o acadêmico.

Nossas dicas e aulas de desenho também procuram este equilíbrio entre as duas correntes, e também procura fazer isso mantendo a Linguagem Gráfica própria do aluno que chega até nós.

Para continuar conversando sobre isso (e mais tarde chegar onde quero), preciso antes dar a você uma idéia sobre o que estou chamando de acadêmico e moderno.

Como acadêmico, me refiro ao estudo com base no neo-clássico, a interpretação do real com princípios rígidos de um período da arte grega e romana que, de certa forma, engessava a criatividade. E como moderno, incluo o contemporâneo e vanguarda.

Sei que esta é uma discussão bem menos simplista da que estou propondo aqui, mas queria apenas esclarecer estes dois conceitos de forma geral.

O estudo acadêmico de desenho, pintura, etc, é tão importante quanto o chamado moderno (e este também já está em idade bastante avançada). As relações entre artista, arte e público mudaram com o tempo, com a imprensa, com a publicação. Os mercados mudaram. Agora não apenas pintamos papas, reis, nobres ou decoramos igrejas... Servimos a outros propósitos, a outros veículos. Antes servíamos à nobreza e à religião, hoje, ao entretenimento e à informação.

Mas ainda nos expressamos. E o estudo acadêmico é uma ferramenta poderosa para que consigamos nos expressar melhor. Ela não é uma ferramenta obrigatória, talvez hoje ela já não seja vista da maneira pragmática como antes, mas pode ser encarada como necessária na obtenção de resultados melhores, mais conscientes.

Claro que ainda existem os artistas que propõe. Apresentam conceitos e idéias, sem terem em vista mercados, que não vejam a arte como um meio de subsistência, ou a “dualidade” expressão / subsistência. Mas, até mesmo eles são inseridos, querendo ou não, em um mercado. A arte, a expressão, o discurso de artistas plásticos também são consumidos, classificados, absorvidos pelo mercado específico das artes plásticas, então, sob este ponte de vista, torna-se também um “produto”.

Afim de ajudarmos nesse processo de “construção” do desenhista e do seu estilo reunimos diversas dicas e aulas de desenho neste blog. Você pode escolher os temas, técnicas e conceitos que tem maior dificuldade e começar a estudar, como disse antes, não existe uma única maneira de aprender, então, você mesmo pode escolher a ordem dos conceitos e estudá-los. O mais importante será o seu empenho e dedicação nestes estudos!

Texto adaptado do original escrito por Marcelo Campos - Diretor da Quanta Academia de Artes

3 comentários:

Anônimo disse...

eu sempre tive voltade de faser curso de desenhos dese de piqueno e o sonho dos meus pais e meu

Anônimo disse...

cara vc deveria por desenhos não colocar textos

Anônimo disse...

eu queria ser estilista mas não tenho dinheiro o bastante para paga-la

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